quarta-feira, 5 de março de 2014

A Casa do Pai - Parte 2 Final

É muito difícil admitir que escolhemos o caminho errado, o orgulho tranca o coração para a possibilidade de voltar a nossa antiga casa, retornar para o ponto de partida. A principio não queremos voltar, pois existe uma resistência interior que luta para não admitir o erro então, buscamos inúmeras tentativas em vão, e nenhuma é capaz de solucionar o nosso problema.
Depois de ter gasto tudo, houve uma grande fome em toda aquela região, e ele começou a passar necessidade.Por isso foi empregar-se com um dos cidadãos daquela região, que o mandou para o seu campo a fim de cuidar de porcos.Ele desejava encher o estômago com as vagens de alfarrobeira que os porcos comiam, mas ninguém lhe dava nada.(Lucas 15:14-16 - NVI).
De repente, mergulhado na lama da solidão, o filho lembra das heranças mais nobres, mais importantes o único tesouro que ele não se desfez: A palavra de Deus, os ensinamentos de seu pai para com ele.
Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles. (Provérbios 22:6 – NVI).
O caminho de volta repleto de incertezas e duvidas, porque ele reconhece o erro que cometeu saque que deixou para traz um rastro de tristeza e um coração ferido, “pode ser que papai vire as costas para mim, mais também já não sou digno de estar em sua presença, mais quem sabe ele me deixe ficar como um servo seu! Já me é o bastante depois de tudo, voltarei para a casa do meu pai!” A cada passo que se aproxima de casa a duvida pede para desistir e voltar, sumir para bem longe, mais falta tão pouquinho para o recomeço, já reconheço os campos verdejantes e minhas mãos frias denunciam a proximidade, as pernas tremulas indicam o nervosismo do reencontro, o coração acelera é a única chance é o momento de pedir perdão.
Ainda na varando com os olhos lacrimejantes e fixos no horizonte há um pai ardendo em esperança de rever outra vez seu filho, já não existe em seu pensamento nenhuma lembrança do passado, existe apenas uma imensa esperança de rever seu filho de tocar em seu rosto mais uma vez. No horizonte alguém se aproxima, os olhos se esforçam para ver quem é possivelmente um viajante perdido não, é ele reconhecendo aquele jeito de andar as lagrimas rolam no rosto, o coração dispara a cada segundo que ele se aproxima “Não tenho dúvidas, é ele, ele voltou”. P pai corre ao seu encontro com os braços abertos para recebe – ló, o pai oferece o bem mais precioso que existe de braços abertos, de coração aberto para perdoar “Você não está sozinho meu filho, eu estou contigo”.
Portanto, se alguém está em Cristo, nova criatura é. As coisas velhas já passaram; eis que tudo se faz novo! (2º Coríntios 5:17).

Primeira Parte!

2 comentários:

Elizandra Souza disse...

Recomeçar não é fácil mais e preciso! Muito boa a sua postagem!

Viviane Almeida disse...

Agradeço pela visitinha volte sempre!